I Encontro Paulista da ABRAPEE
Inscrições de Trabalhos Encerradas! Vagas Limitadas! Informamos que o número de inscrições para o evento está aumentando a cada dia. Em função disto, solicitamos que você que se inscreveu, confirme sua inscrição, enviando o mais breve possível o comprovante de pagamento à secretaria da ABRAPEE, pois as vagas estão se encerrando. Clique no link e faça sua inscrição http://www2.pol.org.br/inscricoesonline/abrapee/ Avaliação dos Posteres ocorrerá no dia 30/06 das 12h às 13h. Programação do I Encontro Paulista da ABRAPEE Normas para Inscrição de Trabalho Teremos Interprete de Libras! Opções de Hospedagem
Uso de Ritalina causa “efeito zumbi” em crianças
No encontro “A Medicalização em Crianças e Adolescentes e o Uso de Drogas”, a Coordenação de Políticas sobre Drogas (Coed), da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, propôs um debate sobre uso excessivo de Metilfenidato, componente do medicamento Ritalina. Em crianças, a droga é prescrita para tratar alguns transtornos e, em jovens, para aumentar a concentração nos estudos. Presentes no encontro, a pediatra Maria Aparecida Moysés e a pedagoga Cecília Azevedo Lima Collares, ambas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e especialistas no assunto, concluíram que a Ritalina não traz os benefícios indicados pelos médicos. Droga da obediência Alguns neurologistas e psiquiatras disseminaram que o Metilfenidato funciona como “amplificador cognitivo”, ou seja, aumenta a capacidade de aprendizagem e concentração. “É mais um ‘dopping intelectual’, a pessoa fica focada demais em um uma única atividade”, explicou a pediatra. “A Ritalina vem sendo chamada de ‘droga da obediência’, porque a pessoa que usa fica como um ‘zumbi’. Você a manda fazer 300 exercícios, ela faz sem questionar”. Em crianças, a droga é recomenda para tratar Dislexia, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD). Para chegar a esse diagnóstico, muitos médicos usam apenas um questionário padrão. “Criança que incomoda é diagnosticada com algum transtorno, então, é medicada mais para parar de atrapalhar. O uso da Ritalina deixa a criança apática e contida”, disse a pediatra. O empresário Eduardo Cremonesi foi chamado na escola de seu filho de nove anos. Os professores avaliaram que o menino era hiperativo e tinha dificuldade de aprender. Indicaram um neurologista. Preocupado, o pai, que é dono de farmácia, levou o garoto ao local indicado. O médico receitou Ritalina. O menino realmente não era bom aluno, mas se destacava no futebol e no violão. “Durante o tempo em que ele foi medicado, não se tornou um aluno melhor e, pior, parou com o futebol e com o violão”, contou Cremonesi. Aos 13 anos, o jovem sofreu três desmaios súbitos. O pai abandonou o remédio e procurou outro médico. Hoje, aos 16 anos, o adolescente ganhou aulas de futebol e violão, em troca, se esforça mais na escola. Não usa mais o medicamento. Ritalina na escola Segundo observação das duas profissionais, após breves cursos, muitos professores têm “diagnosticado” alunos como portadores dos transtornos: Dislexia, TDAH e TOD. “O papel do professor é ensinar, não diagnosticar”, disse a pedagoga Cecília Azevedo Lima Collares. “A própria indústria farmacêutica treina os professores. Influenciados, eles diagnosticam e indicam o médico, que receita a Ritalina, e a indústria ganha”. O uso excessivo do medicamento está associado a dependência química. “Segundo o Genetic Science Learning Center, da Utah University, 30% a 50% de jovens em tratamento por dependência química relatam já ter abusado de Ritalina. O fácil acesso, o preço baixo e a conivência de alguns médicos são facilitadores”, explicou Maria Aparecida. O coordenador da Coed, da Secretaria da Justiça, Luiz Alberto Chaves de Oliveira, foi anfitrião do evento. Para ele, a medicalização é um mal a ser combatido. Em suas palestras, sempre acrescenta que o problema das drogas é de toda a sociedade. O secretário adjunto da Justiça, Fabiano Marques de Paula, que participou da abertura do debate, acrescentou. “Temos que fazer um esforço conjunto entre sociedade, autoridades e poder público para encontrar um caminho que solucione a problemática das drogas”. Fabiana Campos Assessora de Imprensa Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania Governo do Estado de São Paulo (11) 3291-2612 – Ramal: 2761
I Encontro Paulista da ABRAPEE
Inscrições de trabalhos foram prorrogadas para o dia 28/05! Faça sua inscrição através do link http://www2.pol.org.br/inscricoesonline/abrapee/
Entrevista com Marilene Proença para a Revista Veja SP
Acompanhe a matéria da revista Veja com a Prof.ª Dr.ª Marilene Proença sobre Transtorno ou Travessura? http://shdo.com.br/blog/archives/1317
II Encontro de Psicologia Escolar e Educacional na cidade de Aracaju
O Encontro será em Aracaju – SE, no auditório do HUSE nos dias 1 a 3 de junho de 2012, cujo tema será Psicologia, Educação e Saúde Mental. Folder do II Encontro Psicologia em Aracaju Cartaz do II Encontro de Psicologia em Aracaju Maiores informações (73) 9123-4122 e (73) 8104-9223
ABRAPEE, ABEP, FENAPSI e CFP Recebidos pelo Ministro da Educação
Nesta quinta-feira, dia 03 de maio, a ABRAPEE, ABEP, CFP e FENAPSI, enquanto entidades do Fórum de Entidades Nacionais da Psicologia Brasileira, fomos recebidos pelo Ministro da Educação Aloizio Mercadante. Foi um encontro muito importante no qual pudemos apresentar uma vasta pauta de solicitações e de possibilidades de articulação conjunta entre psicólogos e o Ministério. Dentre os temas abordados destacaram-se a Escola de Tempo Integral, Atuação do Psicólogo na Educação, Medicalização, Avaliação de Cursos de Psicologia, Psicologia no Ensino Médio, representação do Fórum no Conselho Nacional de Educação, dentre outros. Veja o documento entregue ao Ministro, na íntegra. Será realizada em Brasília uma reunião de trabalho para realização de ações conjuntas, no dia 18 de maio, da qual a ABRAPEE fará parte como entidade representativa dos psicólogos que atuam na área da Educação. Carta Encaminhada ao Ministro da Educação Aloizio Mercadante PL 3688/200 que Dispõe sobre a Prestação de Serviços de Psicologia e de Assistência Social na Educação Básica Continua tramitando o Projeto de LEI 3688/2000, com apoio ao Substitutivo do Senador Flavio Arns (PLC60/2007). Neste momento, foi indicada a relatora pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, a deputada paulista Keido Ota, do PSB/SP. Será muito importante que os psicólogos encaminhem emails à Deputada e à Comissão de Educação para apresentar nossa posição favorável ao Substitutivo ao PL 3688/2000. Link para envio de emails http://www.camara.gov.br/internet/ordemdodia/ordemDetalheReuniaoCom.asp?codReuniao=28350 ABRAPEE participa de Reunião com o Fórumadd da Argentina sobre Medicalização da Educação e da Sociedade A ABRAPEE, membro da Secretaria Executiva do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade, participou nos dias 30 de abril e 1o. de maio em reunião conjunta com o Forumadd, da Argentina, contra a Patologizacion dela Infância. Nesteocasião, foram acordadas várias ações: a) divulgação ampla da Carta sobre Medicalização da Vida, documento conjunto escrito entre os dois Fóruns; b) organização de um evento no dia 10 de novembro para questionar o DSM enquanto instrumento de avaliação e de diagnóstico de saúde mental; c) organização de atividades para o III Seminário Internacional A Educação Medicalizada: Dislexia, TDAH e outros Supostos Transtornos a ser realizado em julho de 2013. Foi um encontro muito importante de aproximação dos profissionais dos dois países, Brasil e Argentina, bem como de articulação de ações conjuntas.
Participação da ABRAPEE no IV Congresso da ULAPSI – Montevidéu
Durante o Congresso, houve a participação da ABRAPEE nas seguintes atividades: – V Assembléia Geral Ordinária da ULAPSI. Participaram Marilda Gonçalves Dias Facci, Presidente Futura e Silvia Maria Cintra da Silva, Primeira Tesoureira e representante da ABRAPEE junto à ULAPSI. Entre outros assuntos da pauta, foram eleitos os membros do novo Conselho Executivo, formado por Manuel Calviño (Cuba) como Secretário Geral, Joel Vázquez (México) como Secretário Tesoureiro e Diana Lesme (Paraguai) como Secretária Administrativa. – Simpósio Medicalização da vida e da educação: desafios para a América Latina, com a Primeira Secretária Marilene Proença Rebello de Souza, Carla Biancha Angelucci e María Cristina Rojas; – Simpósio Psicologia e Educação: desafios da formação, com Marilda Gonçalves Dias Facci, Presidente Futura, Silvia Maria Cintra da Silva, Primeira Tesoureira e Alayde Maria Pinto Digiovanni. Reunião do Núcleo de Produção de Conhecimentos 3 (NPC3) – Psicología Educativa na América Latina – que aconteceu em 27/4, na Faculdade de Ciências Sociais de Montevidéu. Estiveram presentes: Maria Cristina A. Joly, Marilda Gonçalves Dias Facci, Silvia Maria Cintra da Silva e Marco Eduardo Murueta. Cristina informou sua saída do NPC. Definiu-se que Silvia Maria Cintra da Silva, da ABRAPEE e da Universidade Federal de Uberlândia, assumirá a coordenação a partir da data da reunião. Cabe destacar que os membros do NPC3 a partir de maio/2012 são: Silvia Maria Cintra da Silva (coordenadora-Brasil), Marilda Facci (Brasil), Marco Eduardo Murueta (México), Sheyla Blumen (Peru) e Mário Molina (Argentina). Foi sugerido por Marilda que os trabalhos do Núcleo voltem-se para a formação do psicólogo no contexto educacional na América Latina.
I Encontro Regional da ABRAPEE: Contribuições e desafios da psicologia escolar e educacional em Goiás
Veja a Programação do I Encontro Regional da ABRAPEE em Goiânia
Projeto de Lei que trata da Prestação de Serviços de Psicologia e de Assistência Social nas Escolas Públicas de Educação Básica é aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara Federal
Com parecer favorável do Deputado paulista Arnaldo Faria de Sá, PTB, foi aprovado no dia 18 de abril de 2012, por unanimidade, na Comissão de Seguridade Social e Família – CSSF, o PL 3688/2000, que trata da prestação de serviços de psicologia e de assistência social nas escolas públicas de educação básica (texto substitutivo do Senador Flavio Arns PT/PR). A assessoria parlamentar do CFP acompanhou Reunião Ordinária da CSSF, juntamente com a presidente do CFESS, Sâmya Rodrigues Ramos (RN), e a Conselheira responsável pelo tema, Heleni Duarte Dantas de Ávila (BA). Foi uma importante vitória na trajetória deste projeto de Lei que agora será votado na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Nossos esforços precisarão centrar-se nesta próxima Comissão. Mas o fato de ter sido aprovado em primeira instância favorece, e muito, as próximas movimentações. Parabéns para a ABRAPEE, ABEP E CFP pelo trabalho que foi desenvolvido até o momento para a aprovação deste projeto de lei!. Solicitamos a todos os psicólogos que enviem emails aos Deputados da Comissão de Educação da Câmara Federal solicitando a aprovação do Projeto neste próxima instância de avaliação. Veja a composição da Comissão no link http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/cec/membros Contamos com a participação de toda(o)s as psicólogas e psicólogos!!!! Diretoria da ABRAPEE
Luta contra a Medicalização da Educação
A partir de agora, a data está inserida no Calendário de Eventos da Cidade de São Paulo. Será promovida anualmente no dia 11 de novembro O Executivo sancionou a Lei nº 15.554, que institui o Dia Municipal de Luta contra a Medicalização da Educação, de autoria do vereador Eliseu Gabriel. A data ocorrerá sempre no dia 11 de novembro de cada ano e fica inserida no Calendário de Eventos da Cidade de São Paulo. O que é medicalização? Entende-se por medicalização o processo que transforma questões de diferentes ordens – política, social, cultura, afetiva – em ‘‘doenças’’, ‘‘transtornos’’, ‘‘distúrbios’’, como se fossem problemas médicos. O vereador Eliseu Gabriel faz parte do Movimento Contra a Medicalização e participou do 1º e 2º Seminário Internacional sobre Educação Medicalizada – Dislexia, TDAH e Outros Supostos Transtornos. Para o parlamentar, ‘‘os que buscam a construção de políticas públicas que de fato respondam às finalidades de uma escola democrática e de qualidade não podem ignorar os questionamentos referentes à medicalização’’.