ABRAPEE

Nota de solidariedade com a comunidade do Colégio Estadual Professora Helena Kolody e a sociedade do Município de Cambé – PR

A ABRAPEE – Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional – vem tornar pública sua solidariedade com as famílias, os amigos, a comunidade do Colégio Estadual Professora Helena Kolody e a sociedade do Município de Cambé – PR, diante da tragédia ocorrida neste dia 19/06/23.Diante de tamanha tristeza, de tamanha dor suscitada, a ABRAPEE reitera seu empenho em lutar por uma boa escola para todas as pessoas, e por uma sociedade na qual crianças, jovens, adultos e idosos possam vivenciar os mais elevados propósitos da vida em coletividade – com segurança, saúde, paz e apropriação de conhecimentos que promovem transformações.

CURSO DE FORMAÇÃO TEÓRICO-PRÁTICA EM PSICOLOGIA ESCOLAR – TURMA 01/2023

INSCREVA-SE ATRAVÉS DO LINK: https://forms.gle/UbFnYugYLZYFzejT9 A Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional (ABRAPEE) tem a honra de convidar a todos e todas para a primeira turma do CURSO DE FORMAÇÃO TEÓRICO-PRÁTICA EM PSICOLOGIA ESCOLAR. Nosso objetivo é instrumentalizar psicólogas/os para atuarem na educação escolar frente à aprovação da Lei nº 13.935, de 11 de dezembro de 2019 – BRASIL – que dispõe sobre a prestação de serviços de Psicologia e de Serviço Social nas redes públicas de educação básica. A formação é direcionada aos associados e associadas da ABRAPEE que estejam quites com a anuidade 2023. A carga-horária de 30h será dividida em 10 encontros semanais, todas as quartas-feiras, no período de 24/05 a 26/07 das 19h as 21h no horário de Brasília, de modo remoto. A carga horária será computada pelos encontros (2h síncronas) e pela leitura prévia às aulas (1h assíncrona). As temáticas abordadas serão: PROGRAMAÇÃO Psicologia Escolar, trabalho  institucional e perspectiva crítica:  contribuições à equipe  multiprofissional (Lei 13.935/2019) Psicologia escolar e políticas educacionais: considerações históricas Ensino, aprendizagem e  desenvolvimento: atuação de  psicólogos/as escolares Queixas escolares: compreensão e formas de intervenção Psicologia Escolar/Educacional e Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva Psicologia Escolar, currículo e atuação docente  Avaliação/intervenção da/o  psicólogo/a escolar: superação do  modelo clínico Medicalização e patologização na  escola Violência e preconceito na escola: relações étnico-raciais e gênero Intervenção em Psicologia Escolar: encontro entre  subjetividade e educação AS VAGAS SÃO LIMITADAS! INSCREVA-SE ATRAVÉS DO LINK: https://forms.gle/UbFnYugYLZYFzejT9 Para se associar à ABRAPEE, acesse o passo-a-passo em: https://abrapee.wordpress.com/anuidade-abrapee/

Por um basta à violência nas Escolas!

Diante de mais um ataque ocorrido em escola pública de SP, um conjunto de entidades da Psicologia e do Serviço Social defende a efetiva implementação da Lei que assegura psicólogas(os) e assistentes sociais nas equipes multidisciplinares da educação básica.Em comunicado, as entidades clamam por um basta à violência nas escolas e prestam solidariedade às pessoas atingidas pela tragédia ocorrida na Escola Estadual Thomazia Montoro, que vitimou a professora Elisabeth Tenreiro, em São Paulo (Fonte: Conselho Federal de Psicologia).

EBOOK PUBLICADO: V Encontro Paulista da ABRAPEE – Psicologia Na Educação Agora É Lei: Construindo Práticas Ético-Políticas

Prezados participantes do V Encontro Paulista da ABRAPEE e demais interessados! É com grande prazer que colocamos à disposição de tod@s parte dos trabalhos apresentados nesse Encontro, que nos foram enviados como resumos expandidos. Nos desculpamos pela demora em fazê-lo, mas, como ele foi construído inteiramente por nós mesm@s, o tempo previsto não foi suficiente para que a qualidade da produção atingisse nossos objetivos. Apesar disso, temos a certeza de que a publicação contribuirá para discussões, reflexões e avanços na área. Comissão organizadora. ACESSE AQUI O ARQUIVO COMPLETO DO EBOOK: https://abrapee.psc.br/wp-content/uploads/2023/01/psi-agora-e-lei-_ebook_2022.pdf?force_download=true

BOAS FESTAS!!

“Havemos de dezembrar. Dizia eu. Faltava pouco para o fim do ano. […] Depois de cada dificuldade, esperava que dezembrássemos todos. Que era prometer que chegaríamos vivos e salvos ao fim do ano, entrados em janeiro, começados de novo. A resistir.” (Valter Hugo Mãe – A desumanização) Que em 2023 possamos seguir juntos(as) na luta por uma educação de qualidade para todas as pessoas. Desejamos Boas Festas! Diretoria ABRAPEE (Gestão 2022-2024)

NOTA PÚBLICA SOBRE DESINFORMAÇÃO ELEITORAL

Plataformas digitais devem coibir a desinformação eleitoral urgentemente Canais diretos e agilidade nas respostas são caminhos possíveis para um segundo turno mais saudável e com enfrentamento real à desinformação.  Em menos de 48 horas após o resultado eleitoral do primeiro turno das eleições de 2022 nos deparamos com um cenário já conhecido: uma enxurrada de desinformação que perpassa desde a pauta de costumes a ataque às pesquisas e urnas eletrônicas. O que mais nos surpreende diante disso tudo é que, infelizmente, a tragédia já estava anunciada.  A Rede Nacional de Combate à Desinformação, portanto, vem a público trazer o alerta e, principalmente, cobrar a responsabilidade de alguns atores envolvidos diretamente nessa desenfreada propagação de desinformação, são eles: as plataformas digitais e o poder público. Não é de forma ingênua que cobramos as plataformas no enfrentamento à desinformação, ao discurso de ódio e à violência política. Um movimento da sociedade civil organizada denominado Democracia Pede Socorro já apontava a fragilidade do cenário eleitoral, além disso, o próprio Tribunal Superior Eleitoral-TSE e inúmeras organizações publicaram relatórios, debateram o papel das plataformas e apontaram como poderiam atuar para minimizar os efeitos nocivos da circulação em grande quantidade e velocidade de mensagens com desinformação. No entanto, estamos cientes das ‘limitações’ das plataformas em uma atuação efetiva de combate, visto que medidas mais eficazes podem interferir diretamente em  seu modelo de negócios. As plataformas lucram com a desinformação.  Não à toa, como informado recentemente pela CNN, o custo por mil visualizações (CPM) de propagandas na internet aumentou mais de 1.800% nos primeiros quinze dias de campanha eleitoral. Os dados foram levantados na plataforma do Facebook Ads, que é o gerenciador de anúncios do Facebook e do Instagram. Segundo dados registrados no TSE até esta sexta-feira (7), os candidatos gastaram cerca de R$ 191 milhões com impulsionamento de publicações nas redes sociais e demais plataformas digitais. Sabemos que conteúdos desinformativos geram mais engajamento, e, em consequência, geram mais lucros a esses grupos econômicos.  Diante desse reconhecimento de poder e concentração do debate na esfera pública virtual, o que fazemos aqui é solicitar que as plataformas ajam de forma responsável, defendendo a democracia como propagam e respondendo de forma imediata e ainda dentro do cenário eleitoral para que possamos garantir minimamente um ambiente de informação saudável.  Diante do exposto, indicamos duas principais formas: reações mais céleres às denúncias, desvelando de forma transparente a moderação de conteúdo e abertura de canais mais diretos aos especialistas da área que subscrevem essa nota, em especial, os componentes dessa Rede.  Para a sociedade em geral e seus representantes eleitos para o próximo pleito fica o apelo ao apoio e aprovação ao projeto de Lei 2630/2020, que institui a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, para que esse cenário não se repita a cada dois anos e fiquemos à mercê das escolhas autorreguladas das plataformas. Precisamos agir de maneira coletiva responsabilizando os responsáveis, mas cientes de que para enfrentar a desinformação precisamos de um pacto coletivo entre todos os atores. Subscrevem essa nota: Instituições, Empresas de Comunicação, Coletivos, Grupos e Núcleos de Pesquisas e demais atores Pesquisadores e Especialistas